Thursday, September 13, 2007

Sobre o fundo do poço


Diz um provérbio Chinês que "Quem se senta no fundo do poço para contemplar o céu haverá de achá-lo pequeno." Chega uma hora em que é preciso reagir... quem chega ao fundo do poço não tem para onde ir a não ser para o alto.

Deve ser por isso que tantas pessoas obtêm o ápice do sucesso logo depois de uma grande rasteira da vida. Essas pessoas provavelmente notaram que ou ficariam dentro do poço para sempre ou deveriam reagir para tentar sair do poço.

As pessoas que gostam do poço, lá permanecerão dizendo a todos os que jogarem cordas, escadas e etc que estão muito exaustas para segurar a corda ou que estão machucadas demais para tentar subir nas bordas... A boa parte do poço é que lá fica quem quer, quem não está afim de ir a lugar nenhum... e essas pessoas poupam as outras que não querem nem de graça se sentarem no fundo do poço outra vez (afinal, todo mundo alguma vez já esteve lá no fundo). É necessário pensar que quando a situação está das piores as chances de melhorar são bem maiores!

Reaja! Esta é a palavra de ordem! Mas se alguém perguntar sobre aqueles que se afundaram mais e mais no fundo do poço eu até digo que elas, ao contrário daqueles que permanecem no poço, ao menos fizeram a suas escolhas, afinal, até pra cavar o fundo do poço é preciso ter vontade e fazer escolhas.


Vanessa Emmanuelle.

3 comments:

Thiago said...

Desculpe-me o bafor que expilo
Jorrar o erro vivido a morte em vida passada quero
Não sentindo o transeunte estático quase nefasto
Devasto a consciência que perturba a ignorância terceira
A secundária perspectiva insone do ser
Ao ver quero ter distância da serpente que fere cega
Visto a visão que nobrece o tato zigomático leviano, perdido e encapsulado
Essa jaula a produzir industrialmente nesta fenda e ainda rachada visão
tanto, tanto ... Quisera ter, houvir
a visão d'outrora, d'outro lado
tão distante e só!
Não evitaras o continuar, a luz sobre, sub, destra dilatada e toda raiz , sob trovões mórficos
"imagi-n-ando" o caule seivoso como gozo em vão sujo
Volta ao desterro donde ilíadas lágrimas paradas dolorosas pedras que rasgam como flor em menbros chucros
não salvos, mas não perdidos.
Respiram, respeiram, respiram... mortos quase vivos

Fé. said...

Oi Vanessa! Eu já tive quase entrando no fundo do "poço", e sei que se a gente não corta o "mal" pela "raiz" e não ter a força de vontade pra sair de uma vez dele, permaneceremos lá...Ou como vc mesma falou, escolhemos ficar nele.
Um professor da faculdade fala pra gente nas aulas práticas: ..."é preciso sair desse trono do comodismo,sair da cadeira e por a mão na massa e ir além. Mas é preciso antes de mais nada força de vontade...
Muito interessante seu blog. Voltarei mais vezes!
Beijo.

Peterson said...

Muito bom...me vi escalando as paredes de um...:)

Quem nunca teve lá?